A altitude das sedes da Copa do Mundo tem um impacto direto no condicionamento físico, no vigor e na dinâmica geral do jogo dos jogadores. As equipes que não se preparam adequadamente para essas condições correm o risco de ter um desempenho inferior, o que pode levar a resultados inesperados. A redução da disponibilidade de oxigênio pode causar fadiga, falta de ar e diminuição da função cognitiva, afetando a tomada de decisões e as capacidades físicas em campo. Para equipes com a maioria dos jogadores adaptados a altitudes mais baixas, como o Brasil, regimes de treinamento específicos com foco no condicionamento cardiovascular e simulação de altitude são essenciais. Compreender e abordar os desafios fisiológicos representados pelos locais de alta altitude é fundamental para garantir uma competição justa e o bem-estar ideal dos jogadores durante todo o torneio. Em última análise, a aclimatação adequada pode ser a diferença entre a vitória e a derrota.